Apresentação da Ordem e das Damas e Cavaleiros

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No Brasil, preço da soja está em alta

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Resultado de imagem para Soja
As cotações da soja tiveram na quarta-feira (21.02) mais um dia de ganhos no mercado físico brasileiro, em alinhamento com as altas na Bolsa de Chicago (CBOT). De acordo com a T&F Consultoria Agroeconômica, em média os preços subiram 0,98% nos portos e 0,78% no interior do País.
Na visão do analista da T&F, Luiz Fernando Pacheco, os agricultores estão vendendo bons volumes em todo o país, impulsionados com as altas de Chicago e do Dólar: “Isso é bom, porque não se sabe se as altas irão continuar. Vai depender de se anunciar quebras maiores na Argentina, ou o embargo da soja americana pela China) Por isso é bom vender, mas, também, é bom reservar alguns lotes para mais tarde”.
No Rio Grande do Sul os preços bateram R$ 78,50/saca no porto (na terça), R$ 78,00 (nesta quarta) para entrega e pagamento futuros (entrega abril, pagamento final de maio). Entrega disponível e pagamento mais curto R$ 77,00 no porto. Prêmios em Rio Grande tem se mantido na casa de +0,50 over K18.
Estes preços resultaram, nesta quarta, em R$ 71,50 na Serra e R$ 72,00 na região de Passo Fundo. No Paraná, na região Oeste do estado, se falou hoje em uma ideia de R$ 69.00 com pagamento final de março e embarque imediato. Para embarque semana que vem ideia de R$ 68.00/68.20 com pagamento também final de março. No Norte do estado, R$ 72,00 posto ferrovia.
No Mato Grosso do Sul, ontem (terça) o mercado esteve um pouco melhor, tendo sido negociadas cerca de 40.000 tons no mercado interno. Com negócios até R$ 66,00/saca posto Dourados. Hoje os mesmos compradores ofereceram R$ 65,00/sc. Em Maracaju, o preço oferecido foi R$ 64,00, São Gabriel d’Oeste e Chapadão do Sul R$ 63,00/sc.
Fonte: Agrolink

Ministério da Agricultura fará seminário sobre a logística do Agronegócio

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018


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Na abertura nacional da colheita de soja, em Canarana (MT), no dia 19, o ministro interino da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Eumar Novacki, anunciou que o Mapa fará, em março, seminário sobre logística do agronegócio brasileiro.

A intenção é que o projeto seja uma política de estado, para que seja executado independente de partidos, de quem esteja no governo e nas pastas envolvidas. Por isso, o Mapa deve consolidar um projeto que seja baseado em dados estatísticos da Embrapa Territorial e que ao mesmo tempo escute o setor produtivo. “Vamos olhar para o mapa do Brasil e verificar onde é necessário investir, com o menor custo possível, sem preocupar com os limites dos estados ou com bandeiras partidárias”, disse o ministro interino.

CNA realizará debate sobre financiamento do agronegócio



No dia 1 de Fevereiro, a Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizará um debate sobre o financiamento do agronegócio, envolvendo temas como a ampliação do acesso dos produtores ao crédito, seja por meio do crédito bancário ou por novas fontes de financiamento.

O evento será realizado na sede da CNA, em Brasília. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por clicando aqui.

A projeção para 2018 é otimista, de acordo com o CNA

domingo, 21 de janeiro de 2018



Apesar da previsão não ser de colheita recorde de grãos, a entidade acredita que o Brasil terá uma boa safra Farming Brasil O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, fez previsões otimistas para 2018 em relação ao agronegócio, falou das prioridades e destacou a capacidade que o produtor rural tem para produzir de forma eficiente.   Apesar da previsão de que a colheita recorde de grãos deste ano, de mais de 238 milhões de toneladas, não vai se repetir no próximo ano, Martins afirmou que o país terá uma boa safra em 2018 e a produção em regiões como o Matopiba, que registrou perdas no passado, deve se normalizar.

“Teremos queda de produção de grãos apenas se levarmos em conta o ano de 2017, que foi espetacular”, explicou. Segundo dados apresentados pela CNA, a estimativa é de que a colheita em 2018 seja de 224 milhões de toneladas, 6% a menos do que a safra registrada neste ano.   No entanto, Martins ressaltou que o país pode bater no futuro o teto registrado neste ano, pois o produtor rural, com a utilização de tecnologias, produz cada vez mais sem derrubar florestas utilizando, por exemplo, áreas degradadas que podem ser convertidas em terras agricultáveis.

Melhora na eficiência

Para o presidente da CNA, o produtor rural está cada vez mais eficiente. “Se olhar o histórico de quanto produzíamos por hectare o feijão, o leite, a carne, o milho, vê-se que cada dia mais o produtor está mais competitivo. Ele tem de ganhar por escala, sobre quantas sacas ele vai produzir por hectare”. João Martins listou algumas prioridades para 2018. Uma delas é trabalhar para fazer do Brasil um grande exportador de produtos lácteos, assim como é um dos grandes fornecedores de carnes.
Infraestrutura e defesa sanitária no agronegócio
Outra bandeira é aprimorar a defesa sanitária. O presidente da CNA citou, ainda, a necessidade de buscar melhorias no financiamento da produção, para que os recursos sejam compatíveis com a realidade da produção, e de instrumentos de gestão de risco, como o seguro rural. “Os países com agricultura moderna precisam do seguro rural”.   Sobre a infraestrutura e logística, João Martins avaliou que o país precisa ser competitivo fora das propriedades rurais. Atualmente, o custo de transporte da produção no Brasil chega a ser quatro vezes maior do que Argentina e Estados Unidos.   “Somos eficientes da porteira pra dentro. Mas vamos ficar com o produto aqui? Não, vamos levar lá para fora. Mas somos ineficientes da porteira pra fora e precisamos urgentemente tomar algumas medidas para amenizar esse problema e evitar caminhões atolados nas filas dos portos”. 

Cenário positivo para o agronegócio

O superintendente técnico da CNA, Bruno Lucchi, apresentou os resultados do setor em 2017 e as projeções da entidade para 2018. Ele pontuou os desafios dos produtores rurais em relação à baixa nos preços da carne e do leite, mas destacou que para o próximo ano as projeções são animadoras.   “Conseguimos nos recompor com um trabalho muito forte da CNA e de outras entidades diante das crises artificiais que foram criadas em 2017 em relação à carne brasileira. Porém, para o próximo ano esperamos um cenário mais positivo, um retorno do consumo das famílias, além das exportações que estarão mais aquecidas, principalmente nos países asiáticos, com preços da soja e do milho um pouco mais altos também em função do que será consumido na Ásia e nos Estados Unidos para produção de ração animal. Mais uma vez o setor ajudou o País a sair da crise e foi essencial para a recuperação do Brasil”.

O diretor da LCA Consultores, Luiz Suzigan, disse que a agropecuária teve papel importante para a recuperação da economia em 2017. Para o próximo ano, ele avaliou que o crescimento da economia brasileira dependerá de fatores como a flexibilização da política monetária, do ambiente político interno e fatores conjunturais externos.  

Novos mercados

Na avaliação de Lígia Dutra, superintendente de Relações Internacionais da CNA, 2017 foi um ano positivo no comércio exterior com aumento das exportações e melhor direcionamento nas negociações comerciais com mercados estrangeiros.   Segundo Lígia, em 2018 a CNA fará esforços para defender cada vez mais a imagem do agronegócio brasileiro no exterior, aumentar a competitividade do setor e irá trabalhar para a abertura de novos mercados, porque, apesar de o Brasil ser o 4º exportador mundial, o País ainda tem pouco acesso a mercados estrangeiros.   “Precisamos diversificar não apenas nossa pauta, mas os destinos de exportação, porque temos sim oportunidades principalmente para produtos de maior valor agregado, em destinos como Indonésia, Vietnã e Tailândia. Temos a produção, mas precisamos ter maior acesso ao mercado estrangeiro, porque isso significa acordos com reduções tarifárias ou de barreiras sanitárias e um potencial de exportação muito maior.”   Lígia Dutra destacou, ainda, que para a CNA a prioridade entre os países asiáticos é iniciar a negociação com a Coréia do Sul. “Será um passo importantíssimo para o agronegócio brasileiro. É um mercado que sofremos concorrência forte dos EUA e da Austrália.”


Artigo original do site SF Agro | Farming Brasil: http://sfagro.uol.com.br/cna-agronegocio-2018/

Produção do Biodiesel deve aumentar em 2018 e trazer consigo mais empregos

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018




A partir de março, o Diesel B10 será obrigatório em todo o território nacional. Ou seja: a mistura de 10% de Biodiesel ao óleo Diesel, maior do que os 8% e 9% de 2017. Já é sabido que o Diesel B10 será a locomotiva do crescimento da produção de Biodiesel, que deverá ser 31% maior do que no ano anterior e também causará impactos na produção de soja e na geração de empregos.

Segundo os cálculos da Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais), o B10 significará uma economia de 2,2 bilhões de dólares em divisas internacionais com a substituição do volume equivalente importado de diesel mineral. Além disso, criará cerca de 20 mil novos postos de emprego, uma notícia muito boa em dias de desemprego alto.

O óleo de soja destinado a produção de Biodiesel deve passar de 2,9 milhões de toneladas para 3,7 milhões, aumentando também o  processamento da soja que chegará às 43 milhões de toneladas e gerando uma nova demanda de farelo de soja que pode ser usado em diversos setores. Mais uma boa notícia para os produtores.

2018 será mais um ano voltado para a superação de dificuldades e o setor do agronegócio tem de tudo para superá-las. Após uma retração no setor, notícias como essas impulsionam uma recuperação que deverá trazer um crescimento no setor de 1,5% a 2%.

E também não devemos nos esquecer de que 2018 é um ano de eleições, e as bandeiras do setor agrícola, que praticamente carregou o Brasil nas costas com a supersafra em um dos momentos mais difíceis da história do país, têm que ser atendidas e levadas à sério, porque o potencial de crescimento econômico que este setor nos oferece é gigantesco e não podemos desprezá-lo em um momento de recuperação econômica. 

 
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