Apresentação da Ordem e das Damas e Cavaleiros

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Sicredi terá 40 novas agências em São Paulo neste ano

sexta-feira, 11 de maio de 2018

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Instituição Financeira Cooperativa anunciou expansão paulista durante a Agrishow. Na região Centro Leste Paulista, três cidades passaram a contar com novas unidades

O Sicredi, primeira instituição financeira cooperativa do Brasil, irá abrir 40 novas agências somente no estado de São Paulo, até o final deste ano, visando o fortalecimento da marca na região. O anúncio foi feito durante a Agrishow, feira de tecnologia agrícola que vem acontecendo desde segunda-feira (30) e segue até o dia 4 de maio, em Ribeirão Preto/SP.
A instituição financeira cooperativa, que prevê um crescimento de 20% em 2018, mesmo resultado alcançado no ano passado, planeja investir R$ 404 milhões durante esse ano, principalmente para abertura de agências e na modernização de sistemas.
Entre as cidades paulistas que irão receber novas agências em 2018, várias unidades estão na área da Sicredi União PR/SP, que abrande o Centro Leste Paulista, como Americana, Limeira e Piracicaba, que terá mais três agências. Divinolândia, Santa Bárbara D'Oeste e São Sebastião da Grama ganharão suas primeiras unidades.

Expansão em São Paulo

Além dessas, outras cidades paulistas que também passarão a contar com novas agências da Sicredi estão São Paulo (unidades Berrini e Faria Lima), São José do Rio Preto, Fernandópolis, Sertãozinho, Batatais, Bauru, São Vicente, Itaquaquecetuba e Ribeirão Preto, que ganhará sua terceira agência.
Esse movimento ganhou força após a inauguração da agência na Avenida Paulista, coração financeiro da Capital, em 2016. "Desde então, seguimos com nosso plano de expansão no Estado, mostrando aos moradores de São Paulo os diferenciais da nossa instituição financeira cooperativa e ajudando as comunidades do Estado", destaca o presidente Nacional do Sistema Sicredi e da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock.
O crescimento pode ser explicado pelo modelo de gestão que vem atraindo cada vez mais associados. As ações são desenvolvidas para captar recursos e agregar renda aos cooperados que também são donos do negócio. A proximidade com o associado é um grande diferencial percebido em eventos como a Agrishow. O relacionamento realizado no estande do Sicredi no evento permite uma consultoria mais personalizada sobre as particularidades das cooperativas de crédito e investimento e de algumas modalidades de negócios, como o crédito rural.
Cerca de 18% dos mais de 3,7 milhões de associados do Sicredi têm ligação com o agronegócio e cerca de 90% desse total utiliza recursos do PRONAF (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar). A atuação nesse segmento é tão representativa que a instituição foi reconhecida como o agente financeiro com o maior volume de operações de investimento contratadas pelo Programa no ano agrícola 2016/2017. No período, o Sicredi liberou mais de R$ 672 milhões em 12.497 operações.
Durante a Agrishow, o Sicredi disponibilizará cerca de R$ 100 milhões para o financiamento de equipamentos e máquinas agrícolas. Para a Safra 2017/2018, que vai até 31 de julho, a instituição irá ofertar um total de R$ 14,8 bilhões no País. Já para o próximo período (2018/2019), a projeção é de conceder R$ 17,7 bilhões em financiamentos, incremento de 20% em comparação à safra anterior.

Sicredi em números

  • 116 cooperativas de crédito filiadas
  • 1.581 agências em 21 estados brasileiros e no Distrito Federal
  • 22,8 mil colaboradores
  • 3,7 milhões de associados
  • R$ 12,9 bilhões em patrimônio líquido
  • R$ 77,5 bilhões de ativos
  • 20% de crescimento em 2017
  • 300 soluções financeiras para os associados
  • 199 é o número de municípios do País onde o Sicredi é a única instituição financeira presente
Sobre o Sicredi
·         O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados* e no Distrito Federal, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.
·         *Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

A importância do seguro agrícola na lavoura


A atividade agrícola é fundamental para o País, seja pelo viés econômico ou pelo simples fato de que é por meio dela que os alimentos chegam às nossas mesas. Quem trabalha diariamente com a vida no campo sabe que os imprevistos são muitos e que uma das maiores preocupações diz respeito às perdasde produçãodecorrentes de fatores climáticos. Cada vez mais vale a máxima de que a agricultura é uma indústria a céu aberto.
Pensando nisso e atento às mudanças climáticas, o produtor está sendo convidado a uma nova mentalidade na gestão dos riscos da lavoura. Os mecanismos de proteção já não podem mais ser analisados com base no histórico de eventos do passado, mas sim nos riscos que poderão advir no futuro. A cada ano, surgem novos exemplos de regiões que, embora não tenham apresentado registros recentes de perdas, sofreram com algum tipo de prejuízo relacionado a fenômenos da natureza.
Diante deste complexo e imprevisível cenário, ganham cada vez mais espaço os seguros privados denominados Seguros Agrícolas, que oferecem proteção contra uma ampla gama de eventos durante todo o ciclo de vida das culturas.
Apesar de ainda distante de mercados mais desenvolvidos como o dos Estados Unidos,nos últimos anos o mercado de seguro agrícola brasileiro contou com avanços importantes, que vão desde a ampliação da oferta com a entrada de novas seguradoras até melhoria dos produtos oferecidos, não somente em relação à adequação de taxas, mas também na ampliação dos níveis de cobertura disponibilizados aos produtores.
São diversas opções de produtos e seguradoras,conforme a cultura e a região de contratação, sendo que as coberturas podem abranger desde riscos pontuais, como o granizo, por exemplo, até outras mais completas, que ampliam o rol de riscos cobertos ou até mesmo conjugam, em uma mesma apólice, as duas principais preocupações do produtor: clima e oscilações no preço do produto.
Um outro aspecto importante é a possibilidade de o produtor contar com subsídio governamental para pagamento de parte do valor do seguro (prêmio). Nacionalmente, isso acontece por meio do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA),podendo representar de 35% a 45% do valor total da apólice, de acordo com as características do produto e da cultura segurada. Alguns Estados possuem ainda programas de subvenção que seguem regramento específico e comumente são complementares ao subsídio federal.  Importante registrar que a concessão ou não do benefício dependerá essencialmente da disponibilidade de recursos dos órgãos governamentais e também do atendimento, pelo produtor, das regras estabelecidas em cada um dos programas.

Finalmente, é imprescindível considerar que o períodode comercialização dos seguros agrícolas acompanha o calendário do ano-safra. Portanto, você que é agricultor e deseja diminuir os riscos da sua lavoura, esta é a hora de conhecer melhor os produtos e contratar uma boa proteção.
*Felipe Michels Caballero égerente de Produtos da Corretora de Seguros Sicredi

Sicredi figura na 60ª colocação entre os 200 maiores grupos empresariais do País

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Sicredi
Instituição financeira cooperativa subiu 19 posições na 11º edição do ranking do Valor Grandes Grupos, em relação ao ano passado.
O Sicredi – instituição financeira cooperativa com 3,6 milhões de associados e atuação em 21 estados brasileiros – figura, mais uma vez, com destaque, no ranking Valor Grandes Grupos, elaborado pelo jornal Valor Econômico, que apresenta a radiografia das 200 principais corporações em atividade no País. Neste ano, a instituição financeira cooperativa ocupa a 60ª posição entre os 200 maiores grupos empresariais, saltando 19 colocações em relação ao ranking do ano passado, e o 8º lugar entre as dez que mais cresceram em Receita.
O Sicredi também se destaca com posições relevantes na categoria Setor de Finanças do ranking: 14º lugar entre os 20 maiores da área de Finanças; 2º entre os que mais cresceram em Receita, 8º entre os 20 maiores em Patrimônio Líquido; 10º entre os 20 maiores em Lucro Líquido e 6º entre os 20 melhores em Rentabilidade Patrimonial.
O Valor Grandes Grupos está em sua 11ª edição e traz organogramas completos com as participações acionárias de grupos empresarias cuja receita somada equivale a 50% do Produto Interno Bruto (PIB), além de projeções e análises de especialista sobre quatro grandes setores: comércio, indústria, serviços e finanças.
Vale destacar que, em 2017, o Sicredi marcou presença em diversos rankings e premiações nacionais, entre as maiores instituições financeiras do País, tais como Top 5 (Banco Central), Broadcast Projeções (Agência Estado), Empresas Mais e Finanças Mais (jornal O Estado de S.Paulo), Melhores & Maiores 2017 (revista Exame), Valor 1000 (jornal Valor Econômico), Época Negócios 360º (revista Época), Melhores Empresas para Você Trabalhar e Melhores Empresas Para Começar a Carreira (revista Você S/A). Todos esses rankings evidenciam a robustez do modelo de gestão da instituição.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,6 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados*, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Como usar o seu 13º salário com sabedoria

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Além das comemorações, outra grande alegria chega junto com o final de ano: o 13º salário. Tendo em vista o peso das despesas com festas e presentes, uma renda extra é sempre bem-vinda, mas é importante controlar os impulsos e planejar-se antes de sair gastando. Pode ser que parte desse dinheiro seja destinado às compras, mas é fundamental que você considere a sua vida financeira como um todo para decidir.

“A decisão é entre consumir ou poupar. Se trata de uma questão bem reflexiva, sobre perceber onde está e qual trajetória está seguindo”, explica Jaques Cohen, planejador financeiro certificado CFP. Confira as dicas para escolher, com consciência, como usar o seu benefício.

1) Faça uma análise da sua vida financeira
É importante pensar que essa briga entre poupar e gastar não precisa ser decidida no tudo ou nada: você pode dividir parte do seu 13º salário entre diferentes finalidades. Para isso, o primeiro passo é fazer uma boa análise das suas finanças e do que você deseja conquistar no próximo ano. “A pessoa precisa considerar a sua situação financeira de um ponto de vista amplo e refletir se tem sido realista nas suas escolhas, pensando além do curto prazo. Também precisa considerar as suas particularidades, objetivos, sonhos e valores”, diz Cohen.

Você tem dívidas a pagar? Tem contas em atraso ou que estão sobrecarregando o orçamento? Como está a sua previsão de gastos para os próximos meses? Quais são as suas metas para o ano seguinte? Comece fazendo essas perguntas a você e elencando as suas prioridades.

2) Use (pelo menos parte dele) para quitar dívidas
Se você tem muitas contas a pagar ou com taxas de juros muito altas, separe pelo menos parte da sua renda extra para quitá-las e começar 2017 com a vida financeira mais tranquila. “Se a dívida for no crédito rotativo, cartão ou cheque especial, é melhor quitá-la, para não pagar as altíssimas taxas dessas modalidades”, explica planejador financeiro.

3) Considere as despesas de início de ano
Na hora de planejar as suas prioridades e decidir se usará parte do valor com compras, considere também os gastos extras que terá no início do ano, com IPTU, IPVA, uniforme e material escolar, por exemplo. Separar parte do seu 13º salário para essas despesas pode ser muito útil para não sobrecarregar o seu orçamento no início do ano.

4) Separe (pelo menos parte dele) para reforçar as reservas
Poupar para ter uma reserva de emergência ou realizar sonhos é fundamental. Por isso, se você já tem uma quantia separada para emergências, por que não guardar parte desse valor para realizar as suas metas para 2017? Agora, se você ainda não tem uma reserva, pode usar parte desse dinheiro para criá-la.

“O início de ano é um ótimo momento para se planejar, acho interessante usar o 13º para fortalecer esse momento e aumentar as possibilidades de realizar objetivos ao longo de 2017”, defende Cohen.

Opep fecha 1º acordo de corte de produção desde 2008

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) está reunida nesta quarta-feira em sua sede em Viena (Foto: Heinz-Peter Bader/Reuters)A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) fechou seu primeiro acordo para corte de produção desde 2008. Segundo comunicado oficial da entidade, o nível de produção será reduzido dos atuais 33,6 milhões de barris diários para 32,5 milhões - queda de 3,27%. O acordo está em linha com a proposta da Argélia. A decisão fez o preço do barril do petróleo disparar nesta quarta-feira (30), assim como a cotação das petroleiras no mundo todo. A decisão é a primeira em oito anos e visa estimular a alta dos preços.

O país que terá o maior corte, pelo acordo, será a Arábia Saudita, com redução de 486 mil barris por dia, seguido pelo Iraque, com 210 mil barris a menos por dia.

A Rússia, que não faz parte da Opep, também aceitou reduzir sua produção em 300 mil barris diários.

A decisão surpreendeu as analistas do mercado financeiro, que tinham dúvidas se o grupo chegaria a um consenso pelo corte da produção.

Por volta de 15h, o petróleo disparava mais de 8%. O petróleo Brent subia US$ 3,76, ou 8,11%, a US$ 50,14 por barril. O petróleo dos Estados Unidos avançava US$ 3,87, ou 8,56%, a US$ 49,10 por barril.

No Brasil, as ações da Petrobras chegaram a subir mais de 10%, liderando as altas do Ibovespa. Apesar de a estatal ter se posicionado contra o corte, ela deve ser beneficiada pela alta dos preços do petróleo diante da redução da produção mundial.
Antes da reunião, o ministro de energia da Arábia Saudita, Khalid al-Falih, disse que esperava que os países produtores de petróleo que não são membros da Opep contribuíssem com uma redução adicional na produção de 600 mil barris por dia. Na lista de produtores não membros da organização estão Brasil e Rússia, por exemplo.

Desemprego fica em 11,8% no trimestre encerrado em outubro

terça-feira, 29 de novembro de 2016

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O desemprego ficou em 11,8% no trimestre encerrado em outubro, segundo dados divulgados nesta terça-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pnad Contínua.
No mesmo período de 2015, a taxa ficou em 8,9%. Já no trimestre terminado em julho deste ano, o índice foi de 11,6%.
A população desocupada foi de 12 milhões de pessoas, estável na comparação com o trimestre de maio a julho de 2016, mas 32,7% maior (mais 3 milhões de pessoas) em relação a igual trimestre de 2015. Este é o 3º trimestre seguido do ano em que o número de desempregados no país ficou acima de 12 milhões, de acordo com o instituto.
Já a população ocupada (89,9 milhões de pessoas) apresentou redução de 0,7%, quando comparada ao trimestre de maio a julho de 2016 (menos 604 mil pessoas). Em comparação com igual trimestre de 2015, foi registrada queda de 2,6% (menos 2,4 milhões de pessoas).

O coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, lembrou que esta é a 10ª divulgação da taxa de desemprego realizada em 2016, e em todas elas houve aumento significativo do número de desempregados.

Ele chamou a atenção para o fato de que, historicamente, outubro é um mês em que o mercado de trabalho começa a reagir, com aumento da contratação para vagas temporárias, o que não foi observado neste ano.
Azeredo destacou ainda que, embora o número de desempregados tenha se mantido estável nos últimos três trimestres, a população ocupada tem caído e o número de pessoas fora da força de trabalho aumentou em mais de 600 mil pessoas, mesmo contingente que saiu da ocupação. “Isso significa que as pessoas que perderam emprego e nem procurar trabalho foram”, disse o pesquisador.
Em relação à queda de 2,6% da população ocupada em relação ao mesmo trimestre do ano passado, Cimar Azeredo afirmou se tratar da maior variação negativa da série histórica da Pnad Contínua.
“Se considerarmos que em 2013 a crise no mercado de trabalho ainda não estava efetivamente instaurada, nós temos hoje 5,5 milhões de pessoas a mais desempregadas”, destacou Azeredo. No trimestre terminado em outubro de 2013, havia no país 6,6 milhões de desempregados.
Segundo Azeredo, grupamentos importantes de atividade seguem apresentando quedas significativas do número de ocupados, como agricultura, construção, serviços e, principalmente, a indústria. “Em relação a 2015, a indústria já encolheu em 1,5 milhão de empregados”, ressaltou o pesquisador.

Carteira assinada
Caiu 0,9% o número de empregados com carteira assinada no setor privado frente ao trimestre de maio a julho de 2016 (menos 303 mil pessoas) - o contingente é de 34 milhões de pessoas. Na comparação com igual trimestre do ano anterior, a redução foi de 3,7% (menos 1,3 milhão de pessoas).

Rendimento médio
O rendimento médio real foi de R$ 2.025, alta de 0,9% frente ao trimestre de maio a julho de 2016 (R$ 2.006) e queda de 1,3% em relação ao mesmo trimestre do ano passado (R$ 2.052).

Cimar Azeredo lembrou que, no trimestre analisado, não houve aplicação de dissídios ou aumento do salário mínimo. Assim, não se pode dizer que o trabalhador brasileiro passou a receber mais. “As pessoas que perderam trabalho com carteira assinada foram as pessoas em faixas salariais mais baixas. Isso pode explicar o aumento do rendimento médio do trabalhador”.
Na comparação com o trimestre de maio a julho de 2016, os únicos rendimentos médios que apresentaram variação foram o do grupamento da agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e agricultura (4,3%) e o grupamento do comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (3,4%). Os demais grupamentos de atividade permaneceram estáveis. Frente ao mesmo trimestre do ano anterior, o rendimento de todos os grupamentos permaneceu estável.
Os indicadores da Pnad Contínua são calculados para trimestres móveis, utilizando-se as informações dos últimos três meses consecutivos da pesquisa. A taxa do trimestre móvel terminado em outubro de 2016 foi calculada a partir das informações coletadas em agosto/2016, setembro/2016 e outubro/2016.

Diferença de R$ 3 bilhões entre os valores arrecadados e os declarados no RERCT foi identificado pela Receita

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

A otimização da troca de informações sobre o patrimônio dos contribuintes entre os países com os quais o Brasil firmou acordos bilaterais, por meio do RERCT, facilitou a operação que, após a conclusão dos procedimentos de conciliação entre os valores declarados e efetivamente pagos via Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF), identificou um valor arrecado de R$ 46,8 bilhões de um total de R$ 50,9 bilhões declarados.
De acordo com Francisco Arrighi, diretor da Fradema Consultores Tributários, essa repatriação não implicava obrigatoriamente em trazer os capitais ou bens para o Brasil, mas sim, legalizá-los com o pagamento dos tributos previstos nesta Lei de Repatriação, fazendo com que o Governo, através do Banco Central, tivesse controle total sobre tudo que pertence aos brasileiros dentro do país ou fora dele, inclusive, a partir de 31 de dezembro de 2016, estes recursos estando depositados fora do país, deverão obrigatoriamente ser declarados no Imposto de Renda, além da obrigatoriedade de preenchimento das declarações do Banco Central e o pagamento do Imposto a Base de 15% sobre os ganhos obtidos com estes capitais no Exterior.
“Chamamos novamente a atenção sobre a questão de a Repatriação não buscar somente recursos em dinheiro, e sim, todos os bens que os brasileiros possuem no exterior e não foram declarados no Brasil, principalmente imóveis, fundos de investimentos, créditos e previdência, tendo a possibilidade destes bens permanecerem no mesmo local onde estão aplicados ou serem trazidos para o Brasil”, explica Arrighi.
Conforme informado pela RFB, as diferenças encontradas entre os valores arrecadados e os declarados referem-se a 161 contribuintes pessoas físicas e 7 pessoas jurídicas, entretanto, apenas 7 destes contribuintes são responsáveis pela diferença de 98,7% do total desta soma, correspondente aos R$ 3 bilhões.
Agora a Receita procede em relação as normas fiscais para identificar junto a estes contribuintes as seguintes informações:
- Veracidade e autenticidade das informações transmitidas pela Dercat, inclusive com a identificação do Internet Protocol (IP) dos computadores que originaram essas declarações;
- Verificação sobre a existência de ativos e rendas desses contribuintes que não foram declarados, com vistas ao lançamento de ofício do imposto de renda e multa de ofício, caso se verifique hipótese de omissão de rendimentos;
- Elaboração de Representação Fiscal para Fins Penais em relação aos que tenham concorrido para a transmissão de declaração falsa, caso fique comprovada esta hipótese.
É valido lembrar que os contribuintes que aderiram RERCT, não responderão por crimes em relação à sonegação fiscal ou lavagem de dinheiro, desde que estes tenham efetivado a adesão antes de terem sido autuados judicialmente em relação a irregularidade dos bens, e talvez, este tenha sido o maior benefício da adesão.
Sobre a Fradema Consultores Tributários
Com atuação desde 1988, a Fradema Consultores Tributários possui forte atuação no contexto judicial e administrativo nas esferas federal, estadual e municipal, com sedes em todo o território nacional como nos estados do Distrito Federal, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo, Paraná e Amazonas.
A empresa elabora com eficiência e competência, defesas e pareceres, revisando todos os procedimentos a serem feitos baseados na legislação, a fim de tomar medidas apropriadas para cada caso. Tudo fundamentado em um planejamento cuidadoso e de uma supervisão fiscal permanente por parte da empresa. Por conta disso, hoje, a Fradema Consultores Tributários é uma das maiores e mais tradicionais empresas de consultoria tributária do País.
Os escritórios contam com um sistema informatizado desenvolvido pela própria Fradema nas áreas trabalhistas, contábil, fiscal, financeira, societária, gerencial e soluções via internet através de parcerias com empresas especializadas e para o total sucesso, conta com uma equipe de profissionais altamente qualificados e capacitados nas áreas onde atuam, utilizando-se ainda de colaboradores e consultores externos quando necessário.
Site: www.fradema.com.br | fradema@fradema.com.br

Número de reclamações no comércio eletrônico sobe 75%

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Resultado de imagem para procon spRanking da Fundação Procon-SP mostra que houve um aumento de 75% no número de reclamações referentes ao comércio eletrônico entre janeiro e agosto deste ano em relação ao mesmo período do ano passado.

Levando em conta as cinco empresas mais reclamadas, o aumento foi de 60%, com o total de reclamações de 7.160. No mesmo período do ano passado, foi de 4.474.
De acordo com o Procon-SP, o número total de reclamações é considerado elevado levando em conta o período de crise econômica, com as vendas desaquecidas.
No 1º semestre de 2014, o número de reclamações foi de 18.103. Nos seis primeiros meses de 2015 ficou em 15.272, e de janeiro a junho de 2016 foi de 16.871. O Procon-SP destaca que em 2014 as vendas estavam aquecidas, situação oposta a 2016.
Além disso, o índice de solução de problemas foi considerado baixo pelo Procon-SP, já que o desejado pela entidade é de 90%, e neste ano as empresas mais reclamadas tiveram índice de 73%.
Empresas mais reclamadas
A Cnova Comércio Eletrônico S/A, responsável pelos sites do Extra, Ponto Frio, Casas Bahia, Barateiro, e-Hub e Cdiscount, ficou em primeiro lugar, com 4.960 reclamações registradas. No mesmo período do ano passado, a empresa recebeu 2.827 reclamações. O índice de solução foi de 73%.

Em segundo lugar ficou a B2W Companhia Digital, dos sites Submarino, Americanas, Shoptime e Soubarato, dobrando o número de registros em relação a 2015, de 580 para 1.174. O índice de solução também foi de 73%.
Em seguida aparece o Magazine Luiza, mas o número de reclamações caiu de 490 em 2015 para 429 em 2016, mesma coisa com o Walmart, que ficou em 4º lugar e registrou queda de 443 para 343. Em 5º está a NS2.com Internet S/A, dos sites Netshoes e Zattini, que subiu de 134 para 254 queixas. O índice de solução foi de 89% no Magazine Luiza, de 90% no Walmart e de 86% na Netshoes.
 
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