Para Guto Ramos, Felipe Paiva e Omar Pavel, o contato das crianças com a tecnologia, e cada vez mais cedo, é inevitável: “nos últimos anos vimos o crescimento de várias novas tecnologias, e suas respectivas necessidades de programação. Omar Pavel, especialista em programação mobile, que já desenvolveu dezenas de aplicativos para iOS, Android, Windows Phone, além de MAC, Windows e Web, e um dos programadores mais experientes do Brasil em desenvolvimento mobile, revela os motivos: “esse processo vem acontecendo gradualmente, e tem a ver principalmente com dois fatores: o primeiro é a difusão cada vez mais universal de computadores ou mini computadores, fazendo com que cada vez mais pessoas tenham sempre mais contado com dispositivos programáveis em seu dia a dia, estimulando a curiosidade. Do outro lado, a evolução das linguagens e ferramentas de programação, que tem tornado cada vez mais fácil o desenvolvimento de software”.
“Eu tenho 37 anos, e games certamente não fazem parte da cultura dos meus pais, que hoje tem cerca de 70 anos”, lembra Omar, que completa: “eles não se interessam por isso, por mais que tenha me esforçado em mostrar o que tem de melhor nessa área”. Mas ao contrário, os pais de hoje, pessoas na faixa dos 25-45 anos, já cresceram jogando games, e naturalmente se interessam por isso, e brincam com seus filhos. Além disso, alguns deles (e cada vez mais), são eles mesmos programadores, e gostam de incentivar esse tipo de interesse em seus filhos, inclusive porque é um bom caminho para conseguir trabalho garantido e bem remunerado quando adultos.
As crianças são naturalmente curiosas, e seu interesse nessa área vem desde a invenção dos primeiros jogos eletrônicos, e vem crescendo com o surgimento da cultura dos MODs, ou seja, modificações de jogos existentes feitas e disponibilizadas por usuários comuns. Jogos que permitem esse tipo de alteração fizeram com que muitas pessoas com conhecimento modesto de programação pudessem produzir conteúdo de excelente qualidade e grande difusão. O empresário e programador segue: “basta pensar, por exemplo, no sucesso do Counter Strike, que nasceu como mod do jogo Half Life, e depois explodiu em popularidade e foi comprado pela própria Valve.
Em geral, muitas crianças, ao se interessarem por jogar games eletrônicos, acabam se interessando também por como fazê-los”. Segundo ele, esse interesse nasceu naturalmente, e cresce até mesmo pelo fato de muitos pais serem programadores, uma profissão que cresceu muito nos últimos anos, e acabam ensinando aos seus filhos. “Depois de passar pelas dificuldades iniciais, a programação torna-se muito gratificante, porque gera um senso de poder sobre a máquina; poder controlar um computador e fazê-lo executar tudo que queremos é uma sensação incrível, e da grande satisfação”, revela.
Sobre a programação como matéria para o futuro das crianças, Omar explica: “segue cada vez mais forte o foco em mobile, com necessidade de profissionais capacitados para desenvolvimento de apps para celulares, por exemplo. Nesse âmbito, vemos cada vez mais o uso de aplicativos híbridos que, usando tecnologia web, permitem desenvolver ao mesmo tempo para todas as plataformas mobile, usando tecnologias como Node JS, Ionic e Cordova, que vem facilitando esse tipo de desenvolvimento. Outras tecnologias importantes dos últimos tempos são IoT (Internet of Things) e mini PCs como o Raspberry PI e, antes dele, o Arduino”, enfatiza. Nomes antes desconhecidos e que hoje começam a fazer parte do dia a dia de quem trabalha com tecnologia e, logo, poderá estar ao alcance de todos. Outra mudança importante que Omar indica é o crescimento da Realidade Virtual (VR), e sua penetração cada vez maior no mercado, seja mobile (Cardboard, Gear VR, Daydream e Santa Cruz) que desktop (Oculus Rift, HTC Vive e Sony PSVR). E ele lembra: “apesar de todo esse crescimento, a disponibilidade de profissionais qualificados no Brasil continua baixa”, o que incentiva o aprendizado de linguagens de programação. As escolas de programação, como a Let's Code, ajudam a introduzir facilmente as crianças nesse universo, de maneira divertida e ligada aos games.
Guto, Felipe e Omar criaram um método próprio e inovador para ensinar de maneira divertida e completa, desde a lógica básica da programação até o desenvolvimento de seus próprios games e apps, prontos para serem vendidos em lojas digitais. Os diferenciais da escola incluem ensino de linguagem nativa de programação, sem adaptações ou traduções, e material didático online e impresso. Todos os cursos são apropriados para crianças e adolescentes com diferentes níveis de conhecimento em programação, utilizando diversos jogos e ferramentas para deixar o conteúdo mais interativo e divertido, sem perder o alto nível de qualidade no ensino.
Sobre a Let’s Code Academy
A Let’s Code Academy é uma startup de ensino de programação para crianças, jovens e adultos. Com método próprio e inovador, a escola ensina de forma divertida e completa, com linguagem nativa e módulos específicos para quem nunca programou até especialização em games e Apps . Aprender programação desenvolve o raciocínio lógico, ajuda a resolver problemas e, no caso das crianças, pode ser útil inclusive para matérias escolares, como a matemática. A Let’s Code Academy tem 3 Salas de Aula Digitais, com capacidade para 12 alunos cada, espaço Digital Lab, reservado para o aperfeiçoamento do conteúdo ensinado e reposição de aulas e o Café, um local com mesas e cadeiras no qual os pais podem permanecer e observar as aulas dos filhos. A escola oferece Wi-Fi Livre para alunos e visitantes e monitoramento através de câmeras HD para que os pais fiquem tranquilos.
Let’s Code Academy
Endereço: Rua Gumercindo Saraiva, 2 - Jardim Europa
Saiba mais:
Let’s Code Academy | +55 11 2609-3807 | www.letscode-academy.com | c ontato@letscode-academy.com
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