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Os trabalhadores rejeitaram a oferta de reajuste salarial de 6,1% apresentada pelos bancos. Os bancários rejeitaram na noite de quinta-feira (12) a oferta de reajuste salarial de 6,1% apresentada pelos bancos e decidiram entrar em greve nacional por tempo indeterminado a partir do próximo dia 19 (quinta-feira), informou a Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro).Em comunicado à imprensa, a entidade filiada à CUT, informou que os 6,1% de reajuste apenas recompõem a inflação medida pelo INPC. A categoria cobra reajuste salarial de 11,93%, que inclui 5% de aumento real. Além do reajuste, os trabalhadores querem PLR (Participação nos Lucros e Resultados) de três salários mais R$ 5.553,15. Enquanto isso, as instituições financeiras, representadas pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), propuseram 90% do salário mais valor fixo de R$ 1.634."Nós advertimos os bancos na mesa de negociações que essa proposta era uma provocação. Um setor em que somente as seis maiores empresas tiveram lucro líquido de R$ 29,6 bilhões no primeiro semestre (...) acenar com uma proposta desse tipo é para empurrar os bancários para a greve", disse no comunicado Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT. Procurados pela Reuters, representantes da Fenaban não foram imediatamente localizados para comentarem o assunto.
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