Confederação argentina de hóquei nega doping de atletas campeões no Rio 2016

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

A Confederação Argentina de Hóquei (CAH) negou nesta quarta-feira que os dois jogadores da seleção campeã olímpica no Rio de Janeiro denunciados por hackers tenham utilizado substâncias proibidas sem autorização.

Facundo Callioni teve seu histórico médico junto à WADA vazado por grupo de hackers
Lucas Martín Rey e Facundo Callioni fazem parte da relação divulgada na internet há dois dias pelo "Fancy Bears", supostamente um grupo russo que vem tornando públicos os nomes de atletas que teriam conseguido "liberação" para se dopar.
"Em nenhum dos dois casos se pode fazer referência a doping positivo. Pelo contrário, esses jogadores seguiram o processo correto para competir sob a regulamentação da WADA (Agência Mundial Antidoping)", diz comunicado da Confederação Argentina de Hóquei.
Segundo a entidade nacional, Callioni, em 2010, e Rey, em 2014, respeitando os procedimentos existentes no código internacional antidoping, solicitaram autorização para um tratamento médico, em que teriam que consumir substância proibida.
"Se é justificada a utilização, e isso é aprovado com exames médicos e histórico clínico, não há qualquer problema", explicou Javier Blanco, médico da seleção argentina.
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