Principal local de competições dos Jogos do Rio, o Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, ainda passa por intensa preparação O motivo são os números grandiosos. Mais do que os milhares de atletas que competirão nas 16 modalidades olímpicas e nove paralímpicas, o parque, com total de 1,18 milhão de m², deverá receber 180 mil pessoas todos os dias durante a Olimpíada. A intenção do Comitê Rio-2016 é que a experiência olímpica dos visitantes vá muito além das arenas de competição.
Com todos os locais de disputa já erguidos - ou quase, uma vez que o velódromo, entregue oficialmente neste domingo, e o Centro de Tênis ainda estão em obras -, o Rio-2016 corre para fazer da parte interna do parque um imenso espaço de convivência.
Na Olimpíada, o Parque Olímpico abrirá sempre duas horas antes do início da primeira competição esportiva e permanecerá aberto até uma hora após o término da última sessão. Quem tiver ingresso para alguma disputa no local poderá entrar e sair do parque a qualquer momento daquele dia.
Haverá duas grandes entradas. A nordeste, próxima ao Parque Aquático Maria Lenk, deverá receber 20% do fluxo de torcedores. A noroeste, para quem vier pelo Riocentro, os outros 80%. O motivo do fluxo quatro vezes maior é que aquele portão é o mais próximo do corredor de ônibus que ligará o Parque Olímpico ao Complexo Esportivo de Deodoro, segundo principal centro de disputas dos Jogos.
Nos dois casos, ao entrar no parque o torcedor terá de passar pela Via Olímpica. "É o caminho dos Jogos para o espectador. É o que a gente chama de Front of House, já que é a entrada de todas as instalações", explicou André Furtado, gerente geral de Instalações do Comitê Rio-2016 para a região da Barra da Tijuca.
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