Essa é a primeira vez que esse tipo de aparelho é disponibilizado em um hospital no interior do Rio Grande do Sul. Cada parte do corpo humano pode suportar uma quantidade específica de radiação – e os níveis são estipulados por tabelas internacionais padronizadas.
O grande benefício desse novo acelerador linear é a possibilidade de fazer o tratamento de radioterapia combinando a chamada intensidade conformal tridimensional com a intensidade modulada. A primeira permite enxergar melhor os órgãos para localizar com maior eficácia o local afetado pelo câncer. A segunda permite uma precisão muito maior da radiação no local onde está o tumor. Para o paciente, isso significa menos efeitos colaterais em órgãos saudáveis e maior eficácia no combate ao tumor.
Além disso, o acelerador também integra as informações clínicas do paciente em um sistema próprio de gerenciamento, que monitora as doses de radiação.
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