Polícia em Washington investiga mulher que morreu em perseguição.
Americana
furou bloqueio perto da Casa Branca e foi baleada durante tiroteio. A polícia
americana está investigando os antecedentes de uma mulher que
morreu durante uma perseguição policial na quinta-feira (3), em
Washington, após furar com seu carro um bloqueio perto da Casa Branca. Segundo
os jornais The Washington Post e The New York Times, a mulher foi identificada
como Miriam Carey, de 34 anos. Ela seria assistente de dentista e viajava com a
filha de um ano no banco de trás do veículo, com placa do estado de
Connecticut. A criança não foi atingida pelos disparos e está sob guarda
judicial. Imagens gravadas pela TV Alhura mostram a mulher furando uma
barricada perto da Casa Branca e avançando com seu carro na direção dos
policiais. Ela então segue em disparada para o Capitólio, onde fica o Congresso
americano, e é perseguida pelos policiais, que atiram várias vezes. Segundo o
New York Times, autoridades tiveram dificuldades para identificá-la devido à
extensão dos ferimentos. Ela não estava armada. De acordo com jornais
americanos, os policiais do FBI isolaram na noite de quinta-feira a casa de
Carey, em Stamford, Connecticut, e buscam pistas que expliquem o que a levou a
furar o bloqueio e provocar a perseguição dos policiais. Depressão pós-parto: A
rede de TV ABC News conversou com a mãe de Carey, que disse que ela sofria de
depressão pós-parto desde o nascimento da filha, em agosto do ano passado. Idella
Carey disse que a filha chegou a ser internada no ano passado, mas não tinha
histórico de violência. Ela acrescentou que não sabia o que Carey estava
fazendo em Washington. Um vizinho da mulher, em Stamford, disse à ABC News
acreditar que ela sofria de problemas mentais. Carey tem quatro irmãs e teria
crescido em uma família religiosa, no Brooklyn, em Nova York. Em entrevista ao
New York Times, um ex-empregador de Carey disse que a demitiu há cerca de um
ano por causa de seu "temperamento explosivo". A cena da perseguição
causou medo perto do Capitólio, uma região frequentada por turistas. Várias
pessoas ficaram deitadas no chão por vários minutos com medo de serem atingidas
pelos disparos.
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