A confiança de
Marina, que aparece como segunda colocada na preferência do eleitorado para a
disputa presidencial de 2014, contrasta com o parecer do Ministério Público
Eleitoral que, nesta terça, emitiu parecer contrário à concessão de registro
para a nova legenda. A ex-senadora Marina Silva procurou mostrar confiança
nesta terça-feira na concessão de registro pelo Tribunal Superior Eleitoral
para a Rede Sustentabilidade, partido que tenta criar com vistas às eleições do
ano que vem, e disse que a democracia não pode ser "amesquinhada" nem
ter dois pesos e duas medidas. A confiança de Marina, que aparece como segunda
colocada na preferência do eleitorado para a disputa presidencial de 2014,
contrasta com o parecer do Ministério Público Eleitoral que, nesta terça,
emitiu parecer contrário à concessão de registro para a nova legenda. "Temos
convicção de que se atendo aos autos, os senhores ministros votarão favorável a
reconhecer as 95 mil assinaturas que foram encaminhadas e invalidadas
injustamente pelos cartórios", disse a ex-senadora a jornalistas em
Brasília. Marina mencionou por diversas vezes o que integrantes da Rede afirmam
ser a rejeição sem justificativa de 95 mil assinaturas de apoio à criação da
sigla. O partido em gestação afirma ter 440 mil assinaturas já validadas. São
necessárias 492 mil assinaturas para viabilizar um partido. "Se não fossem
as invalidações injustas e por falta de parâmetro, teríamos mais de 550 mil
assinaturas já reconhecidamente validadas", disse Marina. Marina, que
disputou a eleição presidencial em 2010 pelo PV e terminou o primeiro turno em
terceiro lugar com cerca de 20 milhões de votos, rebateu as críticas do
Ministério Público Eleitoral, que afirmou em seu parecer que a criação de um
partido visando as eleições apequenava e amesquinhava a nova legenda. A
ex-senadora disse que a Rede é um projeto político mais amplo e que a eleição
faz parte desse processo, mas não é sua finalidade. "Eu estou mais
preocupada em não amesquinharmos a democracia, porque a democracia plena
assegura o pluralismo político e é isso que nós estamos lutando para que
aconteça em relação ao pensamento político que representamos." Marina
voltou a negar que esteja estudando alternativas para o caso de a Rede não
receber registro do TSE. "Estamos focados no plano A e aguardando a
decisão da Justiça", garantiu.Marina Silva mostra confiança.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
A confiança de
Marina, que aparece como segunda colocada na preferência do eleitorado para a
disputa presidencial de 2014, contrasta com o parecer do Ministério Público
Eleitoral que, nesta terça, emitiu parecer contrário à concessão de registro
para a nova legenda. A ex-senadora Marina Silva procurou mostrar confiança
nesta terça-feira na concessão de registro pelo Tribunal Superior Eleitoral
para a Rede Sustentabilidade, partido que tenta criar com vistas às eleições do
ano que vem, e disse que a democracia não pode ser "amesquinhada" nem
ter dois pesos e duas medidas. A confiança de Marina, que aparece como segunda
colocada na preferência do eleitorado para a disputa presidencial de 2014,
contrasta com o parecer do Ministério Público Eleitoral que, nesta terça,
emitiu parecer contrário à concessão de registro para a nova legenda. "Temos
convicção de que se atendo aos autos, os senhores ministros votarão favorável a
reconhecer as 95 mil assinaturas que foram encaminhadas e invalidadas
injustamente pelos cartórios", disse a ex-senadora a jornalistas em
Brasília. Marina mencionou por diversas vezes o que integrantes da Rede afirmam
ser a rejeição sem justificativa de 95 mil assinaturas de apoio à criação da
sigla. O partido em gestação afirma ter 440 mil assinaturas já validadas. São
necessárias 492 mil assinaturas para viabilizar um partido. "Se não fossem
as invalidações injustas e por falta de parâmetro, teríamos mais de 550 mil
assinaturas já reconhecidamente validadas", disse Marina. Marina, que
disputou a eleição presidencial em 2010 pelo PV e terminou o primeiro turno em
terceiro lugar com cerca de 20 milhões de votos, rebateu as críticas do
Ministério Público Eleitoral, que afirmou em seu parecer que a criação de um
partido visando as eleições apequenava e amesquinhava a nova legenda. A
ex-senadora disse que a Rede é um projeto político mais amplo e que a eleição
faz parte desse processo, mas não é sua finalidade. "Eu estou mais
preocupada em não amesquinharmos a democracia, porque a democracia plena
assegura o pluralismo político e é isso que nós estamos lutando para que
aconteça em relação ao pensamento político que representamos." Marina
voltou a negar que esteja estudando alternativas para o caso de a Rede não
receber registro do TSE. "Estamos focados no plano A e aguardando a
decisão da Justiça", garantiu.
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