Protesto contra a ação de espionagem do EUA une todos partidos.
O protesto contra a ação
de espionagem dos EUA no Brasil une todos os partidos. Mas a oposição teme a
vitimização da presidente Dilma. As autoridades avaliam que a bisbilhotice é
geral e recrudesceu após os atentados de 11 de setembro (2001). Além de uma
censura veemente, ninguém sabe ainda qual deve ser a reação brasileira, mas
existe um consenso: é impensável qualquer posição de ruptura. Com a violação de
telefonemas, e-mails e mensagens de celular da presidente Dilma, o Planalto
pode reduzir o uso da tecnologia. O telegrama e o fax, obsoletos, podem voltar
a ser usados. Há assessores propondo voltar à máquina de escrever, como fez a
Rússia quando soube do monitoramento. O governo imaginava, desde que vazaram as
primeiras informações, pelo ex-agente da CIA Edward Snowden , que a bisbilhotice
dos EUA superava os documentos oficiais. O ministro José Eduardo Cardoso
(Justiça) comentou, com dirigentes da oposição, que foi revelador a rejeição
pelos EUA de um acordo bilateral que previa autorização judicial para o uso de
escutas. “Os americanos devem estar espionando todo o mundo. É grave a
informação de um negócio desses. Um relatório informa: no Brasil fizemos isso,
no México fizemos aquilo...”
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