Começa hoje o festival do cinema nacional.
Várias
regiões vão estar representadas em 30 filmes nas Mostras Competitivas de
ficção, documentário e animação. A partir desta terça-feira (17) até a próxima
terça-feira (24), a capital do Brasil vai se transformar na Meca do cinema
nacional com a realização da 46ª edição do Festival de Brasília do Cinema
Brasileiro. Várias regiões do País, com exceção da Amazônia, estarão
representadas em 30 filmes nas Mostras Competitivas de ficção, documentário e
animação. Quatro oficinas e seminários que discutirão o mercado
cinematográfico, o humor, a relação com a música e a produção independente do
cinema brasileiro estarão integradas à programação do festival, além do
“Festivalzinho”, dedicado às crianças. O FBCB também volta a sua casa de
origem, o Cine Brasília, palco de memoráveis episódios durante essas mais de
quatro décadas de apresentações. Na noite de abertura, nesta terça-feira (17) às
20h30, na Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional, será exibido o filme “Revelando
Sebastião Salgado”, documentário assinado pela diretora Betse de Paula (O
casamento de Louise/2001 e Celeste & Estrela/2005) sobre um dos mais
importantes e respeitados fotógrafos contemporâneos. O filme busca entender e
revelar o universo e a personalidade de Sebastião Salgado, que saiu de uma
pequena cidade no interior de Minas Gerais e ganhou o mundo. O fio condutor é
uma entrevista realizada em fevereiro de 2012, em Paris, onde o fotógrafo
reside. Na mostra competitiva dos longas de ficção, que começa amanhã, concorrem
aos prêmios no valor total de R$ 700 mil filmes do Rio de Janeiro, São Paulo,
Bahia, Minas Gerais, Ceará, Pernambuco, Espírito Santo, Distrito Federal,
Paraná, Goiás e Rio Grande do Sul. Em todos os títulos inéditos, disputam
realizadores de larga trajetória como Rosemberg Cariry, Noilton Nunes e Paulo
Sacramento ao lado de estreantes como Michael Wahermann. Entre os seis longas,
“Os pobres Diabos”, conta com um elenco estelar, bastante conhecido na “telona
brasileira”. Além do diretor cearense Rosemberg Cariry (Corisco e Dadá/1996,
Patativa do Assaré, Ave Poesia/2007 e O Nordeste de Ariano Suassuna/2012), o
filme traz Chico Diaz, Sílvia Buarque e Gero Camilo. O Gran Circo Teatro
Americano perambula por pequenas cidades dos sertões até chegar a Aracati, onde
monta uma peça teatral. Os seis filmes de longa-metragem documentário são: “A
arte do renascimento – uma cinebiografia de Silvio Tendler” (RJ), com direção
de Noilton Nunes; “Hereros Angola”, (BA), de Sergio Guerra; “Morro dos
Prazeres” (RJ), direção de Maria Augusta Ramos; “O mestre e o divino” (PE), de
Tiago Campos; “Outro Sertão” (ES), de Adriana Jacobsen e Soraia Vilela; e
“Plano B” (DF), direção de Getsemane Silva e codireção de Santiago Dellape.
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